Com a crescente onda do Empoderamento Feminino na sociedade contemporânea, mais mulheres estão conquistando posições de destaque no mercado, ganhando autoconfiança e empreendendo com uma maior frequência.

Ao longo dos anos, percebeu-se um aumento na participação feminina em cargos de gerências e no investimento em qualificação profissional. O fato está representado em algumas pesquisas realizadas pela GEM (Global Entrepreneurship Monitor), pelo GTP (Grupo Troiano de Branding) e pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) que apontam que 52,4% dos novos negócios estão sob gerência de mulheres.

Estes dados representam um significativo aumento e uma relevante mudança à população empreendedora no Brasil, que antes era liderada pelo público masculino. O país agora ocupa a sétima posição do ranking mundial de empreendedoras, segundo o mais recente estudo da GEM feito em 2016.

O que as motivam?

Motivadas pelo objetivo de fazer a diferença no mundo, as mulheres também buscam o investimento em um negócio próprio por necessidades financeiras. A segunda motivação – que não é exclusivamente influenciada pela busca da estabilidade monetária – é pautada por três tópicos: a necessidade por se sentir valorizada profissionalmente, a busca por alcançar cargos mais altos e o desejo de engravidar sem se sentir pressionada por fatores profissionais.

Vale destacar também que a participação feminina não é uma novidade deste século ou década. Há alguns anos, várias mulheres deixaram a posição de empregadas para se tornarem empregadoras de sucesso. Zica Assis, uma das donas da Beleza Natural, era empregada doméstica e hoje, em parceria com outros dois sócios, lidera o primeiro Instituto especializado em cabelos crespos e ondulados do Brasil.

Janete Vaz e Sandra Costa, ambas bioquímicas, também são duas fontes de inspiração para muitas mulheres que desejam abrir ou gerenciar um negócio. Fundadoras do Laboratório Sabin, um dos laboratórios de maior credibilidade do Brasil, as amigas contaram em uma palestra realizada pela Endeavor Brasil, que “não sabíamos fazer gestão, éramos duas farmacêuticas”.

Desafios a serem enfrentados

Apesar da participação feminina ser uma realidade com potencial de crescência no mercado, existem alguns desafios que precisam ser driblados por empreendedoras, como: pouco investimento externo, o que ocasiona (na maioria das vezes) na estagnação de empresas, e o medo de fracassar ao abrir a própria empresa.

A participação da mulher no mercado empresarial deixou de ser um sonho e uma tendência, para se tornar uma realidade que está na crescente, mas que ainda exige muito empenho e determinação para alcançar o seu auge.

Tem alguma dúvida sobre como gerenciar ou tirar o seu negócio do papel? Entre em contato com a MOAI.

Por Lucas Liberato.

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